SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

CNPJ/MF nº 60.517.984/0001-04
Fundação: 25 de janeiro de 1930
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.
Esquadrão de Aço (30-35), Tigres da Floresta (30-35), Rolo Compressor (38-39, 43-49), Tricolor do Canindé (44-56), Rei da Brasilidade (50-60), Tricolor do Morumbi (60-), Máquina Tricolor (80/81), Tricolaço (80/81), Menudos do Morumbi (85-89), Máquina Mortífera (92/93), Expressinho Tricolor (94), Time de Guerreiros (2005), Soberano (2008), Jason (08-09).
Mascote: São Paulo, o santo.
Lema: Pro São Paulo FC Fiant Eximia (Em prol do São Paulo FC façam o melhor).
Endereço: Pr. Roberto Gomes Pedrosa, 1. Morumbi; São Paulo - SP. CEP: 05653-070.
Site Oficial: www.saopaulofc.net
E-mail: site@saopaulofc.net
Telefone: (55-0xx11) 3749-8000. Fax: 3742-7272.

sábado, 18 de setembro de 2010

Soberano - Seis Vezes São Paulo



Sinopse

SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO é um documentário longa-metragem que revive a trajetória dos seis títulos nacionais do clube de um ponto de vista muito especial: o do torcedor. Feito por uma equipe de tricolores apaixonados, o filme levará aos cinemas do Brasil as imagens inesquecíveis e aquelas que jamais foram vistas; os depoimentos reveladores dos craques que conduziram o time às suas conquistas e as histórias impagáveis da torcida que não pára de crescer. Feito por, para e com são-paulinos, SOBERANO não quer apenas contar uma história, mas reviver nas telas a glória e felicidade sublimes de todos aqueles que vivem com o time mais vencedor de todos os tempos.

SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO

Ficha Técnica

Direção e roteiro: Maurício Arruda e Carlos Nader
Produção: Gustavo Ioschpe – G7 Cinema
Canções Originais: Nando Reis
Montagem: Gustavo Mello
Direção de Fotografia: Luiz Miyasaka e Rodrigo Menck
Trilha Sonora Original: Luiz Macedo e Thiago Chasseraux
Som Direto: Jorge Rezende
Pesquisa de Imagem: Thomaz Marcondez Garcia Pedro
Mixagem: Carlos Paes – Estúdios Mega
Edição de Som: Jukebox
Canções Originais Executadas: Nando Reis e Os Infernais
Finalização de Imagem: Módulos
Produção e Distribuição: G7 Cinema

Ano de produção: 2010
Tempo de Duração: 90 minutos
Gênero: Documentário
Censura: Livre
Pré-estreia: 13 de setembro, 21h00 – UCI Shopping Jardim Sul, São Paulo – SP.
Estreia: 17 de setembro nos cinemas de todo o país
Site oficial: www.filmesoberano.com.br


Apresentação

SOBERANO - Adj. que exerce, sem restrição nem neutralização, poder ou autoridade suprema; que detém o poder; dominador, influente; Derivação: sentido figurado. que atinge o mais alto grau, excelente no seu gênero; excelso, notável, magnífico, supremo.

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE – Hexacampeão brasileiro, o único tricampeão consecutiva mente (2006, 2007 e 2008), reconhecido como sinônimo de organização, estrutura, desempenho, qualidade e exemplo a ser seguido no futebol brasileiro.

São Paulo Futebol Clube e SOBERANO: os significados se confundem. A comparação é inevitável. O ineditismo das conquistas impressiona. A história comprova o sucesso e a competência. A torcida que mais cresce no país. Os ídolos ficam eternizados. São todos ótimos ingredientes para se contar uma bela história. E essa história a partir de agora será mostrada, na tela do cinema, com a grandeza que o São Paulo Futebol Clube merece.

SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO”, é um documentário longa-metragem que conta a história dos seis títulos brasileiros conquistados pelo São Paulo sob o principal ponto de vista de sua existência: o do torcedor. Foram milhares de depoimentos de são-paulinos recebidos através do site www.filmesoberano.com.br contando histórias de vida, relações familiares impressionantes, lembranças de momentos inesquecíveis tendo como pano de fundo as brilhantes conquistas nacionais do Tricolor do Morumbi. Para uma equipe técnica de são-paulinos fanáticos, contar essas histórias se tornou um trabalho emocionante, prazeroso, mas também de muita responsabilidade, afinal retratar uma paixão não é das tarefas mais fáceis. O resultado está na tela: SOBERANO

Biografias

Maurício Arruda – Direção e Roteiro

Maurício Arruda disputou o Oscar de 2001 com o roteiro do curta-metragem “Uma História de Futebol”. Também escreveu novelas na TV Globo, como “Quatro por Quatro” e “Vira Lata”; as séries do Fantástico “Retrato Falado” e “Copas de Mel”; e os longas-metragens “Contador de Histórias” e “Amanhã Nunca Mais”. Como diretor de televisão é responsável por programas como “Altas Horas”, da TV Globo, “Fanzine”, da TV Cultura e “Copa na Mesa”, da MTV.

Carlos Nader – Direção e Roteiro

Carlos Nader é um ensaísta audiovisual, especialista em linguagens que vão do documentário clássico à videoarte. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MOMA de NY, o Stedelijk de Amsterdã e a Tate Modern de Londres) e veiculados em mais de uma dezena dos principais canais de TV internacionais (como o inglês Channel 4 e o Franco-Alemão ARTE). Entre os prêmios que recebeu estão o Mondial de La Video de Bruxelles (1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (1998) na Alemanha, o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), o de Melhor Documentário Brasileiro no Festival É Tudo Verdade e o Prêmio Especial do Júri da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), em 2008, ambos pelo filme Pan-Cinema Permanente. Mais recentemente, foi o produtor do filme Jean Charles.

Nando Reis – Canções Originais

Nando Reis é músico e durante 20 anos fez parte dos Titãs. Hoje em dia tem sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Entre incontáveis músicas gravadas por inúmeros artistas, cabe aqui citar uma em especial: “É uma partida de futebol”, parceria sua com Samuel Rosa, do Skank; a canção foi escolhida para fazer parte da trilha oficial da Copa do Mundo da França, em 1998.


Gustavo Ioschpe – G7 Cinema – Produção

A G7 Cinema é a única produtora de cinema brasileira a levar filmes sobre times de futebol para o circuito comercial de cinema e para rede nacional de TV; são da G7 os recentes e exitosos filmes sobre futebol “Inacreditável – A Batalha dos Aflitos”, vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival Cine Foot, o primeiro festival brasileiro dedicado a filmes sobre futebol, com mais de 50 concorrentes inscritos, “Gigante – Como o Inter conquistou o mundo”, “FIEL” e “Nada vai nos separar – Os 100 anos do S.C. Internacional”. Estão previstos para este ano os lançamentos de “Supremacia Vermelha” e “GRÊM10X0”, díptico sobre os 100 anos de Gre-Nal.

Notas da produção

A idéia de SOBERANO nasceu no final do ano de 2007, inicialmente sob o prisma de um filme que falasse sobre o campeonato brasileiro daquele ano. Nas conversas iniciais entre a G7 Cinema e a direção do São Paulo Futebol Clube, descobriu-se que o clube já havia direcionado a produção de um DVD sobre o mesmo tema. Se não foi possível realizar o filme naquela ocasião, a semente foi plantada e acabou germinando nos anos seguintes.

As conversas continuaram e entre o final de 2008 e início de 2009 se chegou ao conceito final da idéia. Nascia SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO, um filme determinado a cumprir a missão de transformar uma história de seis conquistas nacionais em um documentário longa-metragem para ser exibido nas telas de cinema, baseado nos depoimentos de personagens participantes dos seis títulos nacionais (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008) e, principalmente, sob a ótica do maior bem que um clube pode ter: seu torcedor.

E assim, os trabalhos começaram. O primeiro passo era a formação da equipe técnica para construção do filme. Era condição necessária ser são-paulino, afinal só tricolores de carteirinha poderiam escrever essa história com a riqueza de detalhes e a veracidade das sensações necessárias. O primeiro convidado foi o roteirista são-paulino Maurício Arruda, que já havia concorrido ao Oscar em 2001, com o roteiro do curta-metragem “Uma história de futebol”.

Produção:

Depois, para a direção, foi escalado Carlos Nader, um tricolor daqueles, além de um dos mais conceituados documentaristas da sua geração. Nader se viu diante de um desafio: realizar um filme destinado ao grande público, algo diferente do cinema autoral que o consagrou. A causa era irresistível para um são-paulino histórico: convite aceito. Para a parte musical, ninguém melhor do que Nando Reis, maior representante vermelho, preto e branco na música brasileira. Convite feito, convite aceito. O início dos trabalhos estava definido; o entrosamento perfeito entre Nader e Arruda acabou por transformá-los, no decorrer da produção do filme, em co-diretores e co-roteiristas. Se num time de futebol é necessário que todos falem a mesma língua, em um filme com esse tema as coisas tinham que transcorrer da mesma maneira. Equipe formada e azeitada: hora de ir a campo.

Mãos à obra. Maurício Arruda explica que a ideia era dar uma curva dramática ao filme, ao não se prender exclusivamente às imagens das seis conquistas nacionais. “Nossa ideia era humanizar a história; mostrar como, do ponto de vista do torcedor, um gol, por exemplo, poderia mudar a vida de uma pessoa. O depoimento dos torcedores pautava o roteiro de cada uma das conquistas. Foi feito um pré-roteiro antes das gravações das entrevistas e um roteiro final depois das entrevistas. Mas tudo foi se afinando durante a montagem, dada a qualidade das histórias que ouvíamos a cada conversa com os personagens. O produto final ficou muito bonito, espero que o são-paulino tenha ainda mais orgulho do seu time quando terminar de assistir ao filme. Foi assim que eu me senti”, analisou Maurício Arruda.

O também diretor e roteirista Carlos Nader detectou uma característica peculiar entre os depoimentos captados junto aos torcedores: a relação forte entre pais e filhos na transmissão do sentimento são-paulino. Era um orgulho classificar como hereditariedade ser tricolor. “Não pensávamos em trabalhar tanto essa relação quando iniciamos o filme, mas ouvimos em muitos depoimentos uma necessidade clara de se externar a satisfação de que a pessoa era torcedora do São Paulo por influência do pai. Eu mesmo sinto isso na pele. Um chamado de meu pai para assistir a um jogo do São Paulo na casa dele é uma ordem expressa, é sagrado; nunca digo não.

Patrocínio:

Descobrimos histórias familiares emocionantes nos aspectos mais fundamentais da vida, como casamento, morte e paternidade, que não poderiam deixar de ser o foco a seguir na condução deste filme”, explica Nader. “Os depoimentos eram muito fortes, porque próximos da nossa experiência de vida. Foi com surpresa que me descobri, já em um dos primeiros dias de gravação, com lágrimas nos olhos ao ouvir o depoimento de um torcedor, o Fabiano.”

O cronograma inicial previa o lançamento de SOBERANO para o segundo semestre de 2009, mas, em se tratando de competência, não se pode duvidar do São Paulo. Uma arrancada espetacular no Campeonato Brasileiro de 2009 poderia mudar o rumo da produção.

“O filme estava em processo adiantado de montagem, mas o São Paulo começou a vencer jogo atrás de jogo e abriu-se a possibilidade de o clube conquistar mais um título nacional e grande parte do que já havia sido produzido poderia ter um acréscimo de imagens, depoimentos e imagens. A estrutura do filme, a duração de cada capítulo: tudo teria que ser mudado. O hepta não veio, mas a estreia do filme teria que ser adiada para 2010. Isso significava tempo para aprimorar os detalhes para que tudo saísse da maneira mais perfeita possível.

Refizemos alguns depoimentos, entrevistamos mais torcedores, captamos mais imagens; o tempo conspirou a nosso favor. Os diretores souberam como ninguém aproveitar cada minuto extra que ganhamos, e insistiram muito para que o prazo fosse protelado ao máximo, para que o filme ficasse perfeito. Tinham razão. O resultado final ficou maravilhoso”, analisou Gustavo Ioschpe, produtor do filme e presidente da G7 Cinema.

Apoio:

Um documentário com esse grau de emoção necessitava de canções que formassem uma trilha sonora muito particular e com características que pudessem retratar todas as emoções contidas dentro e fora do campo. O músico Nando Reis, desde o início do projeto, sempre foi um dos mais entusiasmados em realizar o melhor filme sobre times de futebol já produzido. Foi contagiante a dedicação com que ele e sua banda Os Infernais se entregaram à composição e execução de duas músicas originais e exclusivas para SOBERANO. “A ideia era compor duas canções, uma para o início e outra para o encerramento do filme.

Pareceu-me óbvio que uma delas teria que abordar diretamente o título e tema do filme: SOBERANO. Falar das conquistas, dos seis títulos e explorar os múltiplos significados dessa palavra. A outra música surgiu do próprio mote que amarra o documentário: a maioria dos depoimentos enfatizava a paixão pelo São Paulo a partir da herança familiar, da relação de admiração surgida a partir da influência familiar, principalmente na relação pai e lho. Não foi difícil escrever a letra dessa música, pois a minha paixão pelo São Paulo tem esse mesmo roteiro – nasceu com meu avô, passou para meu pai e de mim seguiu para meus filhos e, quem sabe, para minha netinha... Fiz com muito amor, e com certo grau de dificuldade, pois gostaria de "acertar a mão", e com um inegável desejo de que um dia elas alcancem a voz das arquibancadas”, espera Nando.

As duas músicas compostas por Nando Reis são parte de uma trilha sonora desenvolvida por dois profissionais extremamente dedicados e perfeccionistas: Luiz Macedo e Thiago Chasseraux. Garimpar sons, estilos que fossem apropriados para um filme com essas características resultou em um trabalho diferente de qualquer outro filme: “Desde o título, o filme conta uma trajetória de campeões, de garra, de batalha, mas de trabalho, dedicação.

Apoio Institucional:

Esse espírito, essa atmosfera, nos levou a pesquisar muitas sonoridades, para que achássemos o tom certo pra não apenas comemorar esses títulos, mas para ambientar o espectador nesse clima de batalha épica, de grandiosidade. Foi aí que encontramos a sonoridade dos taikos, grandes tambores japoneses que durante séculos marcaram o passo das marchas das tropas feudais e motivavam os guerreiros para os ataques. Essa sonoridade profunda e contundente, aliada às guitarras pesadas, nos deram um tom exclusivo que torna essa trilha diferente de tudo o que já ouvimos em filmes de esporte”, explica Luiz Macedo.

Outro participante fundamental em SOBERANO foi o responsável pela montagem do filme, Gustavo Mello. Também são-paulino fanático, Mello vivenciou fortes emoções e um grande desafio trabalhando neste projeto. “O montador é o cara frio, que faz a melhor análise crítica do material. O desafio foi sempre separar o montador do torcedor. Pela primeira vez me vi completamente emocionado ao montar a seqüência do técnico do Telê Santana, por exemplo. Fazer o filme foi um reencontro com o passado do clube, tive a oportunidade de realmente viver de perto grandes momentos. Além disso, assistir diariamente aos gols e depoimentos de meus ídolos me parecia o melhor trabalho do mundo. Mesmo sendo um trabalho cansativo e longo, não lembro de nenhum momento em que fiquei entediado. Nunca trabalhei tão motivado”, relembra Gustavo Mello.

Como se pôde notar, a participação dos entrevistados no filme foi a mola propulsora para o resultado final de SOBERANO. Além das entrevistas com craques, treinadores e dirigentes do passado e do presente, como Rogério Ceni, Careca, Muricy Ramalho, Waldir Peres, Darío Pereyra, Oscar, Raí, Rubens Minelli, entre outros, os diretores de SOBERANO tiveram à sua disposição quase cinco mil depoimentos de torcedores através do site www.filmesoberano.com.br. Uma equipe precisou ser contratada para fazer uma préseleção das melhores histórias, e depois ainda outra equipe fez entrevistas preliminares com mais de 50 torcedores, para que finalmente Mauricio Arruda e Carlos Nader pudessem chegar à conclusão de quais seriam aquelas que entrariam no filme.


Uma delas chamou a atenção pela riqueza de detalhes na descrição de cada momento vivido e pela emoção envolvida na superação de uma doença grave. É o depoimento de Adriano Henrique Pegorelli. No segundo título nacional, em 1986, disputado no início de 1987, Adriano, então com seis anos de idade, estava se tratando de um câncer no estômago e havia sofrido uma cirurgia dias antes da final. Ainda no hospital, ele acompanhou a final ao lado de seu pai em uma televisão em preto e branco. Adriano credita ao São Paulo sua força para se recuperar da doença.

"Eu estava com minha barriga cheia de pontos por causa da operação e não podia me mexer, segundo a orientação médica. Mas foi impossível. Eu gritava e vibrava tanto na cama que os enfermeiros ficaram loucos tentando me segurar a todo custo. Eu vivia apenas momentos de ansiedade e tristeza naquela época, e pensar no São Paulo era minha maior alegria; acabei desviando minha atenção só para o Tricolor e isso me ajudou muito na recuperação da doença. A partir daquele momento, minha relação com o time passou a ser muito mais forte. Virei sócio, passei a ir mais aos jogos, ao clube; senti que tinha uma dívida eterna com o São Paulo. Eles foram tão fundamentais em uma etapa difícil da minha vida e eu tinha que retribuir tudo aquilo de alguma maneira. Por isso, sou tricolor para sempre", descreve Adriano.

Essa foi apenas uma das tantas histórias de torcedores recebidas no site do filme. Muitas ótimas passagens ficaram de fora e outras tantas foram inseridas nos 90 minutos do longa-metragem. A participação da torcida são-paulina foi impressionante e superou todas as expectativas do produtor do filme.

“O site foi inundado com muitas histórias; tivemos que interromper o recebimento dos depoimentos com apenas dois meses no ar dado o número expressivo de mensagens. Foi muito difícil separar os melhores personagens. Eram histórias fantásticas, com pessoas abrindo seu coração de uma maneira muito emocionante. O torcedor são-paulino mostrou ter uma conexão diferenciada com seu time do coração e por isso teve uma participação importantíssima na construção desse filme”, analisa Gustavo Ioschpe, produtor de SOBERANO.


Seguindo sua tradição de apoio ao esporte, a Brahma decidiu patrocinar o filme. Foi mais uma vitória para um projeto que nasceu e cresceu acompanhado por profissionais competentes e parceiros de peso. "A Brahma é uma marca com uma relação intrínseca com o futebol e nos últimos anos também intensifica a relação com cinema apoiando filmes que tenham relação com o tema futebol. Apoiar um filme que fala sobre a paixão do torcedor pelo futebol é consequência natural dos demais esforços da marca, reconhecida por estar ao lado dos torcedores e apoiar o esporte", diz Rafael Pulcinelli, gerente de marketing da Ambev.

Projeto finalizado, depoimentos colhidos, entrevistas feitas, horas e mais horas de gravações, trilha sonora desenvolvida, montagem feita, filme pronto. Um dos primeiros torcedores a ver o resultado final de tanto trabalho foi o mandatário do clube, Juvenal Juvêncio, que ficou profundamente emocionado com a obra. É dele a descrição que, dentre tantas outras, talvez a que acabe por melhor resumir o que o filme representa para seu torcedor:

“O são-paulino tem uma relação única com seu clube. É uma ligação mágica, diferente das outras; são relações humanas muito características do acionado pelo São Paulo. Isso é retratado de maneira fidedigna neste filme. São histórias emocionantes de torcedores, jogadores, treinadores que zeram e fazem parte da nossa brilhante história. O são-paulino ganha um presente com SOBERANO; certamente ele se verá representado ou participante de cada trecho retratado no filme. São imagens que ficarão eternizadas na mente do nosso torcedor, que poderá relembrar cada uma de nossas seis conquistas no Campeonato Brasileiro e saber de momentos nunca antes divulgados. Tem enredo, tem história. É uma obra-prima”, conclui.


3 comentários:

  1. Eu vou! Segunda-feira provavelmente eu vou =]

    e esse kit? como faço pra arrumar um desses pra mim?
    a trilha sonora vai ser vendida em CD desse jeito?
    abraços

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