SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

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Fundação:
25/27 de janeiro de 1930 (16 de dezembro de 1935).
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.

Esquadrão de Aço (30-34), Tigres da Floresta (30-35), Rolo Compressor (38-39, 43-49), Tricolor do Canindé (44-56), Rei da Brasilidade (50-60), Tricolor do Morumbi (60-), Máquina Tricolor (80/81), Tricolaço (80/81), Menudos do Morumbi (85-89), Máquina Mortífera (92/93), Expressinho Tricolor (94), Time de Guerreiros (2005), Soberano (2008), Jason (08-09), 633 Squadron (2009).

Mascote: São Paulo, o santo.

Lema: Pro São Paulo FC Fiant Eximia (Em prol do São Paulo FC façam o melhor).

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sobre a reportagem da Época SP Morumbi 50 anos

A revista Época São Paulo fez um artigo de várias páginas sobre os 50 anos do Morumbi. Foram eles buscar auxílio e material no SPFC para a publicação. Ajudamos com conteúdo textual e fotográfico, além de fornecer os contatos para entrevistas. Cedemos nós mesmos algumas.

Pois bem, desaprovo todo o relato inicial da revista, feito exclusivamente para levantar uma polêmica que não existe, totalmente fora do contexto, sem arcabouço documental nenhum. Que só foi assim divulgada devido ao veto do Morumbi 2014, ocorrido durante o fechamento da matéria. Era preciso assim, depreciar o Estádio de algum modo, para 'aproveitar' a onda do momento - Não tivesse acontecido o veto, o tom bem que seria outro...

Enfim, devo realçar a seguinte passagem:
Segundo o historiador Michael Serra, do arquivo do São Paulo, parte da vasta região conhecida como Morumbi pertencia à família Matarazzo. “Em 1950, mudanças na forma de taxar a propriedade urbana pressionaram a condessa Mariângela Matarazzo a doar grandes extensões à Imobiliária Aricanduva, disposta a loteá-las” diz ele.

EU JAMAIS DISSE TAL COISA.

Somente afirmei ao jornalista que: "devido ao aumento de impostos municipais, a Condessa POSSIVELMENTE teve que se DESFAZER de suas terras, pois PODERIA passar a dar prejuízos". Afinal, eram terras improdutivas.

Em momento algum afirmei algo como o que o texto deu a entender: que o aumento do imposto foi algo tramado para forçar a Condessa a doar seus terrenos diretamente à Aricanduva, como se fosse um complô. Digo isso, principalmente pelo restante da parte inicial da matéria, meramente apelativa, opinativa, descontextualizada e sem verificação documental.

Ponto.

Esta matéria vocês nunca encontrarão por aqui.

5 comentários:

  1. Michel, acho que você deveria exigir uma retratação da revista !!

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  2. Exigi, ficaram de fazer isso na seção de cartas, ou erratas, coisa assim, da proxima revista.

    Minha vontade é falar, se vierem pedir algo da proxima vez: Passar bem, se vira por ai.

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  3. Vamos publicar a carta, Michael. Fique tranquilo quanto a isso.
    A leitura que você faz do trecho citado não é a que fizemos ao escrever, ainda que o aumento no imposto tenha pressionado a Condessa a vender as terras e a melhor oferta que apareceu tenha sido a da Aricanduva, disposta a lotear a região. Deveríamos ter tomado mais cuidado ao reproduzir a frase para evitar esse tipo de interpretação.
    Só não consigo entender sua reação, como se o tivéssemos enganado. Tampouco entendo o que você quer dizer com "meramente apelativa, opinativa, descontextualizada e sem verificação documental." Onde estão as opiniões? O que faltou contextualizar?
    A história também se constrói com etapas e eventos que, no retrovisor, nos causam menos orgulho do que gostaríamos que causassem. E isso não significa que devemos virar as costas para ela. Porque é uma história linda, no fim das contas. E com um futuro promissor. Porque, como sugerimos no quadro sobre 2014, nada me convence de que o Morumbi ficará fora da próxima Copa. E digo isso como são-paulino.

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  4. Não se esqueça que se o mundo fosse perfeito e não existisse polêmicas, não haveria jornalismo.
    A carta não vai reaver o erro de interpretação, mas é o mínimo a ser feito.
    Agora, não dá para virar as costas para eles numa próxima consulta. Infelizmente (assim como políticos, polícia...) a imprensa é um mal necessário.
    Como não leio a Revista, aguardo notícias da tal carta, aqui no site, que frequento assiduamente.
    Abs

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  5. Pelo simples fato de que nenhum documento contratual ou mesmo a versão mais profunda da história da negociação do terreno que temos aqui foram consultados. Embora tivesse dito que havia a possibilidade disso.

    A polêmica foi levantada sem a mínima busca pelo outro lado.

    Não falaram que facilitou e muito autorização da prefeitura, liberando o terreno que seria uma praça, o fato de que o SPFC teria boas partes do Canindé desapropriadas para a marginal Tietê e a retificação do rio.

    Tambem nao foi lembrada o simples fato que a lei dizia que areas de loteamento tinham que ter praças. O Morumbi seria uma, não foi, mas nao quer dizer que o loteamento ficou sem praça. Só foi deslocado, para mais próximo do palácio do governo. Praça Vinícius de Morais, se estou acertando o nome agora...

    São dezenas de fatos, simplesmente omitidos, alias desconhecidos.

    Ah cansei. Deixa pra lá, só quero esquecer.

    Desculpe se pareceu algo pessoal. É que justamente atingiu a mim pessoalmente. O SPFC nem ligou pra nada. Eu sim. Pois sempre quis esclarecer tudo isso, a Origem do SPFCpédia é justamente essa.

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