SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

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25/27 de janeiro de 1930 (16 de dezembro de 1935).
Apelidos: O Mais Querido, Clube da Fé, SPFC, Tricolor Paulista.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

De quinto goleiro...

... ao posto de jogador que mais vezes vestiu a camisa do São Paulo.

Quando Rogério Ceni chegou ao São Paulo, também tinha Gilmar como goleiro

Rogério Ceni chegou ao São Paulo em 7 de Setembro de 1990, provindo do pequeno Sinop Futebol Clube, do Mato Grosso. À época, Zetti (Armelino Donizeti Quagliato), que se tornaria ídolo no clube, estava por conquistar de vez a vaga de titular de Gilmar (Gilmar Luís Rinaldi), que no inicio do ano seguinte deixaria o Tricolor, indo defender o Flamengo, do Rio de Janeiro.

Aquele que se tornaria reserva imediato de Zetti era Marcos, ou Marquinhos, como chamavam Marcos Antônio Alvim Bonequini. Marcos foi inclusive campeão do mundo em 1992, no banco. E permaneceu no clube até 1997 (é o mesmo Marcos da última foto).

No posto de terceiro goleiro (ou quarto, quando Gilmar ainda estava no SPFC) se encontrava Alexandre (Alexandre Escobar Ferreira), jovem promessa que se destacou na Copa São Paulo de Juniores de 1991. Valdir Joaquim de Moraes e até mesmo Zetti apontavam Alexandre como seu possível sucessor. Porém, quando começava a ter chances na equipe principal, até mesmo em jogos de Libertadores da América, uma tragédia ocorreu: um acidente de trânsito tirou-lhe a vida.

Como se vê, quando Rogério Ceni chegou ao São Paulo, ele não era mais que um quinto goleiro, quiçá... Porém, foi galgando posições rapidamente, primeiramente assumindo o gol dos juniores na Copa São Paulo, conquistada em 1993. E nem mesmo a chegada do experiente Gilberto (Gilberto Félix de Melo) para o posto de reserva imediato, nesse ano, o freou. Rogério já era o segundo goleiro do Tricolor quando o time conquistou o Bicampeonato Mundial.

Em seguida, tomou lugar no Expressinho Tricolor, em 1994. Com o tempo, parecia certo que Ceni assumiria o posto de Zetti. Ainda assim, em 1997, Roger (Roger José Noronha da Silva), goleiro que teve, à época, bastante destaque no Flamengo, fora contratado talvez como garantia caso Rogério não conseguisse dar conta do recado.

A história mostrou que isto nem era necessário...

Goleiros do SPFC no início de 1997, quando Rogério tomou a titularidade

2 comentários:

  1. uma pena o que aconteceu com o alexandre

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  2. è lamentavel o que acontecue com o alexandre ele era muito novo tinha um grande potencial.

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